segunda-feira, 29 de julho de 2013

ArquIdeias: Direto da Prancheta, Arquitetura de Interiores de Dormitório Casal com Temática Oriental

É possível decorar o lar sem deixá-la com “cara” de showroom. Diversidade de objetos, cortinas e, principalmente, acompanhamento profissional são a chave para ter um ambiente charmoso e acolhedor.
Não adianta nada comprar objetos que estão na moda se a casa não transmite a personalidade do morador. Cada peça precisa imprimir emoção ou o ambiente fica muito impessoal. Uma ajudinha profissional pode personalizar o lar sempre com o cuidado de estar em harmonia com os desejos e com a vida do morador.

Há um jargão que diz que um detalhe faz toda a diferença. É verdade. Alguns detalhes deixam a casa bonita e personalizada. As almofadas dão um toque pessoal e intransferível, levantam o astral do ambiente. Objetos de família, lembranças de viagens e outros acessórios também podem ser introduzidos, mas com cuidado.

O segredo é ter equilíbrio. Uma casa sem objetos se torna fria, igual a showroom, porém isto não significa que o ambiente deva ser poluído visualmente, cheio de coisas. Saber dosar é imprescindível.
O quarto é um ambiente de intimidade e, acima de tudo, precisa favorecer a sensação de conforto. Este cômodo da casa pode apresentar diferentes propostas de decoração, valorizando desta forma a personalidade do morador. 
Diretamente da prancheta, o croqui abaixo apresenta as primeiras ideias do projeto de um dormitório que tem tudo a ver com seu dono. A temática oriental vem tanto de viagens feitas por ele quanto pelo seu estilo de vida. A atmosfera aconchegante de refugio é garantida através de tecidos que revestem as paredes e do acesso visual a um jardim de bambus.




segunda-feira, 22 de julho de 2013

ArquIPensamentos: Cidade fantasma: ilha que chegou a 5.259 moradores está abandonada há décadas no Japão



Em 1890 a Mitsubishi deu início no Japão a um projeto ambicioso: construir uma cidade inteira no meio do mar. Para isso, a empresa comprou a ilha de Hashima, localizada na província de Nagasaki. O local que em seu ápice chegou a abrigar 5.259 moradores, hoje é conhecido como uma cidade fantasma, servindo até de inspiração para o quartel general do vilão no filme 007 – Operação Skyfall.
Os prédios construídos na ilha abandonada de Hashima (Gunkanjima ou Gunkanshima, que significa “Ilha Encouraçado” em português) serviam como moradia para os trabalhadores das minas de carvão submarinas. Quando em pleno funcionamento, a densidade populacional chegou a 835 pessoas por hectare, isso se contarmos toda a extensão da ilha. Levando-se em conta apenas as áreas residenciais, o número registrado foi de 1.391 pessoas hectare.

Na década de 1960, o carvão começou a perder espaço para outro combustível, o petróleo. As minas japonesas começaram a ser fechadas e em 1974 chegou a vez da ilha de Hashima. O local foi totalmente evacuado e demorou pouco até que ganhasse o sombrio apelido de Ilha Fantasma. Apenas em 22 de abril de 2009, 35 anos após o fechamento, o acesso à Hashima foi restabelecido.
007 e Google Street View

Locais abandonados costumam despertar a curiosidade das pessoas, ainda mais quando se trata de uma cidade fantasma distante 15 km da costa. Após a reabertura das visitas, alguns turistas têm se interessado por Hashima.

Os criadores de 007 – Operação Skyfall (2012) também se encantaram pelas ruínas do lugar, tanto que, na ficção, estabeleceram ali a casa do personagem Raoul Silva – criminoso interpretado por Javier Bardem.

Depois de aparecer no cinema, foi a vez do Google se interessar pela ilha abandonada. A empresa recebeu autorização para que o local fosse mapeado e inserido no Google Street View. Com isso, tornou-se possível passear virtualmente pelos destroços de Hashima. Veja abaixo:


Galeria de fotos – ilha de Hashima
Cidade abandonada - ilha de Hashima (3)
Cidade abandonada - ilha de Hashima (4)
Cidade abandonada - ilha de Hashima (5)
Cidade abandonada - ilha de Hashima (6)
Cidade abandonada - ilha de Hashima
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (2)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (3)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (4)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (6)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (7)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (8)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (9)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (10)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima (12)
Cidade fantasma - ilha abandonada de Hashima
Hashima - Ilha fantasma
Ilha de Hashima
Lugares abandonados - ilha de Hashima (1)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (2)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (3)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (4)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (5)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (6)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (7)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (8)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (9)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (10)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (11)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (12)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (13)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (14)
Lugares abandonados - ilha de Hashima (15)
Fonte: Archdaily
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ArquIdéias : Estudo Preliminar Projeto Arquitetônico de Reforma e Ampliação Residencial III

Estudo preliminar para o projeto de reforma e ampliação de uma residência unifamiliar em Pelotas. A proposta consiste em ampliar e reformar a área íntima, adicionando uma suíte nos fundos do lote. Os maiores condicionantes desse projeto são o espaço reduzido de projeto e garantir a iluminação e ventilação naturais, uma vez que, em um lote estreito, corre-se o risco das edificações lindeiras acabarem sendo ampliadas verticalmente e agirem como um bloqueio do sol e do vento. Optou-se, portanto, por curvas que garantem um maior distanciamento da edificação do limite do lote e o direcionamento da iluminação feita por tijolos de vidro.


               





sexta-feira, 19 de julho de 2013

ArquiPensamentos: Prédio mais alto da América Latina será erguido em Balneário Camboriú SC

Balneário Camboriú, no litoral catarinense, tem uma população fixa de 108 mil habitantes, mas a quantidade de edifícios equivale a de uma cidade com 1,2 milhão de moradores. No Brasil, o município de 46 km² de área é, proporcionalmente, o mais verticalizado do país. Auri Pavone, secretário de planejamento de Balneário Camboriú, justifica que o plano diretor adotado pela prefeitura é que dá essa característica à cidade. “O município não prevê limite de altura para edifícios à beira da praia. A lei não impede execuções de obras, desde que erguidas dentro dos padrões de ocupação limitados em 40% do terreno”, explica. 


É por conta desse ambiente propício para os arranha-céus que Balneário Camboriú prepara-se para receber o prédio mais alto da América Latina. Trata-se do Infinity Coast, um edifício com 240 metros de altura e 66 andares, que irá superar o Titanium La Portada, de Santiago do Chile, com 52 andares e 194 metros - considerado atualmente o mais alto do continente sul-americano.

O mais novo objetivo da FG Engenharia, que deve faturar R$ 210 milhões neste ano e emprega dois mil funcionários, é construir o prédio mais alto do Brasil. Já aprovada pela prefeitura de Balneário Camboriú, conhecido pelo paredão de prédios que cria sombra sobre a sua principal praia durante as tardes, a torre Infinity Coast, de 66 andares, e com quase 240 metros de altura, terá uso misto entre residencial e comercial, com lojas e serviços no térreo. Cada apartamento de alto padrão custará R$ 1,6 milhão. Como os outros prédios da FG, o Infinity tem alguns toques de extravagância.Uma das marcas registradas é o logotipo em destaque no prédio, além de esculturas de dezenas de metros no topo dos edifícios, visíveis a quilômetros de distância. O Infinity terá um obelisco. 

Apesar disso, o projeto demonstra preocupação com a sustentabilidade A obra terá arquitetura moderna inspirada em construções de Dubai, com uso de iluminação natural e esquadrias diferenciadas. Devido à altura do empreendimento, a energia de descida dos quatro elevadores será armazenada e utilizada para iluminação das áreas comuns, as quais possuirão lâmpadas LEDs, além de tomadas para carros elétricos.

Outros itens sustentáveis são: captação de água da chuva para uso em espaços comuns como espaço de lavação de automóveis, coleta seletiva de lixo, óleo de cozinha e recolhimento de pilhas e baterias e ainda conta com energia eólica e solar. O isolamento acústico de todos os apartamentos será de uso de mantas feitas de pneus reciclados, assim como as telhas ecológicas que funcionam como isolantes térmicos e acústicos com maior durabilidade.

Na área de lazer, piscina interna com geradores de aquecimento de baixo consumo pela energia solar. Na área externa piscina panorâmica com espelhos d’água e pontos de hidromassagem. Decks para descanso produzido de material reciclado. E para diversão o campo de mini golfe, muro de escalada e espaço horto com árvores frutíferas.

Além do Infinity, a FG planeja um outro edifício ainda maior, de 80 andares, cujo projeto está em elaboração. Para pesquisar soluções de arquitetura para esses empreendimentos, Jean e os arquitetos da construtora já foram ao Panamá, a diversas cidades chinesas e a Dubai, famosa pela edificação mais alta do planeta, o Burj Dubai, com 828 metros. Os prédios mais altos exigem técnicas de construção diferentes, com fundações mais profundas e uso de concreto mais resistente, em volumes bem maiores. É preciso avaliar o concreto de alto desempenho que será usado, além de submeter o projeto a vários testes, entre eles o de túnel de vento. 

Confira infográfico com os maiores prédios do mundo: Clique aqui 
Fonte: IG

quinta-feira, 18 de julho de 2013

ArquiPensamentos: Fique ligado! Projeto de lei protege consumidor que comprou imóvel na planta


O Senado estuda uma proposta que inclui no Código de Defesa do Consumidor uma punição para as construtoras (PLS 97/2012). O projeto de lei é do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) e as obriga a pagar ao comprador uma indenização equivalente a 2% do valor do imóvel e uma multa de 0,5% a cada mês de atraso. Tratando-se de um apartamento de R$ 300 mil, seriam R$ 6 mil de indenização e R$ 1.500 de multa."Se o comprador atrasa a mensalidade, é obrigado a pagar multa e juros. Se a empresa atrasa a entrega, não acontece nada. É injusto", diz o senador.

Ao elaborar os contratos, muitas construtoras incluem uma cláusula que lhes dá uma folga de seis meses, a contar da data prometida, para entregar o imóvel sem que sofram penalidade nenhuma. Esgotada a tolerância, os contratos normalmente preveem uma multa mensal equivalente a 0,5% do valor já pago pelo comprador, o que é irrisório, já que ele desembolsa na construção, em média, só 30% do preço do imóvel. No caso do apartamento de R$ 300 mil, a multa seria de R$ 450, o que não cobre o aluguel de um imóvel semelhante.

Para os Procons, as multas deveriam ser mais pesadas, para desestimular o atraso, e ser aplicadas tão logo o prazo expirasse, sem período de tolerância. Segundo eles, as cláusulas que preveem os meses extras são abusivas, nulas, portanto. O Código do Consumidor prevê que prestação de serviço e entrega de produto precisam ter data certa.

"A empresa é especialista e sabe quais imprevistos poderão surgir, como chuva em excesso, falta de mão de obra e demora para obtenção do habite-se. Ela consegue, sim, prever a data em que o imóvel ficará pronto. A tolerância só faz sentido em caso de exceção extrema, como furacão, terremoto, guerra", explica a advogada Renata Reis, responsável no Procon de São Paulo pelos temas de habitação.

Na avaliação do advogado Marcelo Tapai, especialista em direito imobiliário, construtoras têm agido de má-fé: "num mesmo bairro, os lançamentos imobiliários são bem semelhantes, com metragem igual, mesma faixa de preço, segurança dia e noite, fachada parecida, piscina etc. O decisivo é a data de entrega. Se uma construtora me promete o apartamento para 2015 e a outra para 2017, é claro que escolho a primeira. Elas começam a competir no prazo, mesmo cientes de que não conseguirão cumpri-lo".

As empresas dizem não ter nenhum interesse nos atrasos. "Pelo contrário, têm interesse em concluir logo, porque deixam de ter as despesas mensais fixas da obra e antecipam receita. A obra tem mais de 3 mil itens a ser comprados, verificados e instalados, do azulejo à fechadura. Tudo deve funcionar perfeitamente. Imagine o grau de detalhe", afirma Odair Senra, vice-presidente do Sinduscon-SP (sindicato das construtoras de São Paulo).

Quando a chave não é entregue na data, o comprador deve buscar a construtora. O problema pode ser resolvido com o pagamento de indenização e multa em valores razoáveis. Não havendo resposta, ele pode buscar o Procon, que facilitará o fechamento de um acordo favorável ao consumidor. Às vezes, nem a multa do Procon faz a empresa resolver a questão. O último recurso é a Justiça, como fez o casal citado no início desta reportagem. Os tribunais têm se mostrado sensíveis a esse tipo de demanda.

Fonte: Senado

sábado, 13 de julho de 2013

ArquIdéias: Arquitetura de Interiores Dormitório Menina

Estudo preliminar de projeto de arquitetura de interiores para dormitório infantil.
O projeto inclui todo o mobiliário e estudo de cores e partiu da ideia de fazer um mezanino onde a dona do quartinho pudesse subir e brincar com as amiguinhas.
A maior preocupação foi criar o maior espaço possível para guardar brinquedos e livros. Assentos e pufs viraram baús de brinquedos e a escada virou uma prateleira de livros.
Destaque para a bancada de atividades artísticas e escolares e para o "varal" onde trabalhinhos e fotos ficarão expostos.
Abaixo, 3 variações de um mesmo layout, começando desde uma mais temática (casinha) até uma mais neutra, que poderá ser utilizada por mais tempo, acompanhando o crescimento e o desenvolvimento da criança.

Variação 01
Variação 02
Variação 03